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01jun/16

Experiência

Somos espíritos vivendo em corpos humanos.

É preciso ter força, coragem e discernimento.

Estudando aqui nesta Terra, fazendo boas ações.

E quando chegar a partida ou à volta para casa,

com certeza haverá mais amor, paz entre todos

e a evolução do nosso espírito.

É preciso acordar para tudo que está ao nosso redor.

Não tenham medo.

A vida é única.

Vamos aproveitar mais esta experiência.

Psicografia – 01/06/2016 – médium Claudia Regina Zacheo

 

 

07maio/16

Noticias sobre o Bazar Beneficente

O bazar está lindo

Roupas novas e semi-novas, artigos de muita qualidade, muito artesanato

bolos e doces deliciosos, salgados para o lanchinho da tarde

Durante a semana, no horário das aulas, o bazar estará aberto

para Você conferir…

Preços acessíveis. Nosso objetivo é anagriar fundos para o Centro de Convivência Curumim.

Agradecemos a presença dos amigos que estiveram no sábado, dia 07 de maio de 2016.

Muitos encontros..amigos…parentes!!

Local Centro de Estudos Airavata – Rua Julio Dantas, 241 – próximofotos roupas ao supermercado Sonda (Av. Pereira Barreto – Santo André)

 

15abr/16

Voltar a civilização II – Arvore Asvatha ( ficus religiosa)

Começando pela raiz
As raízes pendentes até o solo significam as ações engendradas no mundo dos homens.
Sua seiva nutriz representa os gunas(qualidades) 
Os galhos alçam-se para alcançar o céu e vergam-se até a terra.
As folhas correspondem aos hinos védicos
Seus rebentos equivalem aos objetos sensoriais
É imperecível.
por Ieda Garcia – 10.01.2015
15abr/16

Voltar a civilização

Permanecer em um local onde não existe quase nenhum estimulo ao consumo nos faz ponderar sobre nossas dependências da vida moderna, que nos faz escravos fazendo com que tenhamos necessidades de consumir cada vez mais, sem a mínima noção do quanto somos conduzidos pela massa, acreditando que quanto mais armazenamos – na verdade mais vazios estamos.

 

Como num passe de magica suas “pseudo-necessidades” se transformam em quase nada. Não é difícil viver com pouco, pelo contrario, dá uma sensação de liberdade.

 

Tudo aquilo pelo que você luta uma vida inteira se esvai, o desperdício, a negligencia.

pela natureza vai se depositando em sua alma em forma de frustrações, medos, insatisfações por não ter alcançado status, segurança financeira, bens como desejaria…

 

Afinal o que é civilização, senão o senso profundo do por que e para que vivemos,

os costumes, as tradições embotam de tal forma que confundimos, o que seja ser civilizado.

 

A vida simples desprovida de vaidades vai facilitando o desapego aos bens perecíveis

e pode nascer daí um sentimento de profunda gratidão por tudo que realmente precisamos para sobreviver, sobrando tempo para ser investido na sua qualidade de vida.

 

Qualidade não quer dizer quantidade.

 

Aprendendo a conviver com o mínimo fica muito mais fácil desprender-se no momento da passagem.

 

A única bagagem que se leva são os bens perduráveis: as aquisições na construção do caráter, na idealização de um projeto de vida que atravesse dimensões e continue eternidade afora.

 

Os objetos dos apegos ficarão para trás e poderão lhe torturar por muito tempo nas 

regiões entre vidas.

 

Mesmo que tardio, é preciso fazer escolhas, por um tipo de vida em que os reinos sejam mais respeitados, não abusando e nem gastando as reservas de energia, canalizando-as para fins das necessidades básicas.

 

O verdadeiro valor de uma pessoa não está nas suas posses, mas naquilo que ela conseguiu deixar para trás.

 

Reduzindo suas despesas gerais, contribuindo para a manutenção e preservação das matérias primas do planeta.

 

Saia da competição da sociedade que valoriza o ter e não o ser, não se importe com as criticas e o julgamento alheio, posicione-se sem discussões ou disputas desnecessárias de pontos de vista, simplesmente aja segundo suas convicções.

 

Opte por um estilo de vida onde haja bom gosto, beleza, harmonia nos detalhes, limpeza, organização, disciplina, sem ostentação, e o fruto excedente de seu trabalho profissional pode ser revertido em alivio de sofrimento para aqueles que com o mínimo podem se tornar pessoas melhores.

por Ieda Garcia – 10 jan 2015