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Existem momentos mágicos em nossa vida, como se saíssemos de um pensamento, nossa consciência aflora e pergunta: Quem sou eu? O que faço aqui?

A partir desse momento, começa-se a buscar, primeiro em nós mesmos o que inevitavelmente chegará no outro. Compreendemos que somos consciência individual, e o clamor interno nos conduz ao coletivo. Percebemos que somos elos de uma grande corrente que se chama humanidade, e as nossas ações repercutem no todo. Passamos então a ter mais responsabilidade pelos nossos atos, e entendemos que o mundo só se tornará melhor se cada um fizer a sua parte, começando por nós.

Por tudo isso nós vemos o Vale do Jequitinhonha como escola de aprendizagem ética e social. Encontramos lá o meio ideal para começarmos a transformação interior; em contacto com a miséria aprendemos a valorizar nossa própria vida e a dar um sentido a ela; em contacto com a dor do outro aprendemos a ser mais fortes para podermos ajudar; em contacto com as crianças aprendemos a abrir nosso coração e a nos tornarmos mais amorosos, tolerantes e sensíveis. Tenho a certeza de que essa visão não é só nossa, mas pertence ao depósito universal de consciência.
Nesse lugar esquecido do mundo, construímos o Centro de Convivência Infanto Juvenil Curumim e a Fraternidade Maria de Nazaré, graças a doações e hoje ali desenvolvemos atividades culturais, artísticas; com nosso trabalho investimos na educação através de cursos básicos e preparação de jovens para que se integrem nesse movimento contínuo de trocas onde, como resultado, estarão como nós desenvolvendo o Espirito de compartilhamento ou Fraternidade.

Nosso desejo é o de que mais pessoas compartilhem de nosso ideal humanitário, concorrendo para uma atuação social cada vez mais responsável.

Se você se sensibilizou ou quer conhecer melhor nosso trabalho, por favor entre em contato conosco. Nossa comunidade recebe a todos de braços abertos com muito carinho.

Ieda Maria Garcia

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