19 anos de existência! Parabéns, Curumim!

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No inicio, o projeto era abrigar crianças e jovens que viviam em situação muito difícil em outra instituição.

Vislumbrávamos a possibilidade de acolhimento e o erguimento de pessoas que mereciam a dignidade.

Mas a história tomou outro rumo com a desintegração da tal entidade, percebemos que o respeito aos valores da região eram cruciais. A importância da relação familiar.   As crianças foram encaminhadas às suas famílias. E para os jovens sem família, foi providenciada uma casa para que pudessem sobreviver por um tempo. O Curumim ofereceu o suporte e muitos deles aproveitaram a oportunidade e começaram a caminhar com suas pernas.

Muitas pessoas da região contribuíram com o Curumim como Itamar, Gildásio, os Araras de Araçuaí com projetos da criação de horta comunitária, o oficio de chaveiro, tear manual, fabricação de chinelos, bijuterias, a arte do circo. Eles entraram com o know-how e o Curumim ofereceu a estrutura. Neste momento, voluntários do ABC e Grande São Paulo contribuíram com a criação de oficinas de artes manuais diversas, teatro, iniciação a música, bordado, patchwork, confecção de pães, eletricidade, informática, noções de funcionamento de um escritório, manicure e corte de cabelo, aulas de inglês de português e redação.

Um momento rico em possibilidades e aqueles que souberam aproveitar foram empregados na barragem Usina do Irapé, outros mudaram-se para São Paulo, Belo Horizonte, Diamantina e Rio de Janeiro em busca de novos horizontes.

Como tudo na vida sofre transformação, o Curumim entendeu seu papel na sociedade, viabilizar possibilidades conforme as necessidades dentro da ética e do respeito à cultura da região. 

Além disso, continua até hoje o processo de distribuição de cestas básicas àqueles com necessidades básicas principalmente na zona rural das várias localidades vizinhas a Lelivéldia.  A formação da biblioteca no Curumim, encaminhamento de diversas doações de mulas no auxílio ao trabalhador, remédios ao posto de saúde, cadeiras de rosa e muletas, tijolos na reconstrução de casinhas em situação precária e o auxílio a muitas pessoas a construir sua casa.

Não podemos esquecer a contribuição marcante e silenciosa de Gilson Elias Moreira que esteve conosco inicialmente como aprendiz nas diversas oportunidades e oficinas tornando-se um voluntário dos mais ativos que contribuiu em todas as atividades desempenhadas no Curumim e morou lá durante muito tempo.

Hoje o Curumim ocupa o seu espaço na sociedade através das ações na comunidade e cada tijolo colocado nesta construção foi resultados da ação de muitos.

E assim continuará enquanto houver uma mente, um coração na ação!

Saiba mais detalhes dessa história aqui!

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